Como um falante não nativo se tornou um campeão de vendas através de coaching de comunicação
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Como um falante não nativo se tornou um campeão de vendas através de coaching de comunicação

By Reza Daryaei

Kenji mudou-se do Japão para os EUA para uma função de vendas, mas lutou com lacunas de comunicação cultural. Um coach de comunicação o ajudou a encontrar sua voz autêntica.

Perdido na Tradução

A história de Kenji é uma favorita entre nossa equipe CoachCompass — ela ilustra lindamente como a combinação certa de coaching pode transformar uma crise de carreira em uma vantagem competitiva. Kenji Yamamoto era um dos principais vendedores corporativos no escritório de sua empresa em Tóquio. Quando foi transferido para a sede de São Francisco, ele esperava uma transição tranquila. Mesma empresa, mesmo produto, mesmas habilidades. Apenas um idioma diferente.

Ele estava errado. Apesar de ser fluente em inglês, Kenji lutou no ambiente de vendas americano. Suas propostas eram tecnicamente perfeitas, mas careciam da narrativa que os compradores americanos esperavam. Suas apresentações eram detalhadas, mas 'sem graça'. Seu estilo de construção de relacionamento — reservado, respeitoso, focado na paciência — colidiu com a expectativa americana de ser enérgico, assertivo e imediato.

Após seis meses, Kenji era o vendedor com o pior desempenho de sua equipe. Seu gerente o colocou em um plano de melhoria de desempenho.

'Eu queria desistir e voltar para casa', diz Kenji. 'Eu me senti um impostor. Em Tóquio, eu era o melhor. Em São Francisco, eu estava falhando. Comecei a pensar que simplesmente não conseguiria ter sucesso na cultura empresarial americana.'

Encontrando uma Ponte

A esposa de Kenji encontrou um coach de comunicação no CoachCompass que se especializava em comunicação empresarial intercultural. A coach era bicultural — nipo-americana — e entendia exatamente onde Kenji estava preso.

'Ela me disse algo que ninguém mais havia dito: Você não precisa se tornar americano. Você precisa encontrar a sobreposição entre seu estilo autêntico e o que este mercado responde. Isso não é sobre mudar quem você é — é sobre expandir seu alcance.'

O Trabalho

A coach de Kenji o ajudou a desenvolver o que ela chamou de 'comunicação bilíngue' — não bilinguismo linguístico (ele já o tinha), mas bilinguismo cultural. Eles trabalharam em storytelling (adicionando narrativa e emoção às suas apresentações ricas em dados), calibração de assertividade (encontrando o meio-termo entre a restrição japonesa e a franqueza americana) e aceleração de relacionamento (construindo confiança mais rapidamente sem sacrificar a autenticidade).

Eles também trabalharam em algo inesperado: humor. 'No Japão, o humor nos negócios é muito raro. Na América, é essencial. Minha coach me ajudou a encontrar maneiras de ser engraçado que pareciam naturais para mim, não forçadas.'

O Avanço

Em nove meses, Kenji subiu do último para o terceiro lugar em sua equipe. Ao final de seu segundo ano em São Francisco, ele era o número um — e não por uma pequena margem.

'O que me fez ter sucesso não foi que aprendi a ser americano', reflete Kenji. 'Foi que aprendi a ser autenticamente japonês em um contexto americano. Minha coach me ajudou a ver que minha perspectiva cultural não era uma fraqueza — era um diferencial. Os clientes confiavam em mim porque eu era genuíno, atencioso e minucioso. Esses são valores japoneses e eles acabaram sendo exatamente o que os compradores corporativos americanos queriam.'

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